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Hélder Silva – Master Franchise - Friking

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Friking Portugal
Investimento: 
7.000 €
Direito de entrada: 
0 €
Royalties: 
3%
Loja Friking
Investimento Direito de entrada Royalties Taxa de publicidade Contrato Área População Financiamiento Criação Franchisings
7.000 €   -- 0 € 3% 0 5 anos
15 m² 10.000 hab. Não 2012 1 próprio
11 Portugal
135 no estrangeiro

Hélder Silva – Master Franchise - Friking

05/04/2019
Helder Silva - Master Franchise

 

 

Entrar numa loja Friking é entrar num universo paralelo. É romper pelo ecrã de cinema adentro e dizer olá às personagens de Star Wars, Harry Potter, Marvel, Disney, entre tantos outros. São t-shirts, canecas, acessórios de moda, bonecos, cadernos e muito mais, há produtos para todos os gostos (e para todas as idades).

 

O Comprar Franchising esteve à conversa com Hélder Silva, o novo Master Franchise da Friking, para saber um pouco mais sobre esta rede e sobre o que o motivou a abraçar este mundo.

 

Desde quando é que é Master da Marca Friking?

 

Como Masters, temos contrato feito desde 1 de março, é recente, mas já éramos detentores de loja desde setembro de 2017.

 

Como surgiu a oportunidade de se tornar Master deste franchising?

 

Quando abrimos a loja em Aveiro, não existia um Master, apenas um responsável de negócios no país, que era de Espanha, mas nunca o conheci. A sensação que dava era de falta de acompanhamento. O apoio era dado em coisas pontuais, mas não no dia-a-dia. Esta era uma situação transversal a todas as lojas na altura e muitas fecharam, exatamente devido a essa falta de acompanhamento. Quando o detentor da marca teve conhecimento desta realidade, quis encontrar alguém que tomasse conta dos negócios em Portugal, alguém que não tivesse só a preocupação de abrir lojas, mas também de lhes dar todo o apoio necessário. A realidade é que os problemas surgem no dia-a-dia, não quando se abre a loja.

 

Eu já tinha outras experiências no mundo do franchising e tinha noção daquilo que um Master teria de fazer. E como também tive a experiência de ter necessidade de um Master que me acompanhasse, chegámo-nos à frente e fizemos uma proposta. E o que estou a fazer agora é exatamente isso - dar apoio naquilo que eu também precisava.

 

Depois dessas outras experiências no mundo do franchising, porquê a escolha desta marca?

 

Há muitos anos que vou com a família de férias para o sul de Espanha, para Cádis, de onde é esta marca. Nos nossos passeios noturnos, deparávamo-nos com estas lojas. Sentimos logo a inovação, um tipo de produto que não encontrávamos aqui próximo da zona de Aveiro. E esse acaba por ser exatamente o feedback dos clientes – é uma situação inovadora. Para quem gosta de cinema, jogos, Star Wars, Harry Potter, não há que enganar.

 

Esta forma de ser diferente, que é visível em todo o conceito da loja, é também transportada para o mundo dos negócios?

 

O ser diferente tem a ver com a liberdade. Há muitos franchisings rígidos, que limitam a imaginação e que não nos deixam jogar com a forma como gostaríamos de ter a nossa loja. Muitas vezes chego à nossa loja própria, a de Aveiro, e sinto que tenho uma loja nova. Os nossos clientes habituais são cada vez mais habituais por isso mesmo, porque sabem que quando vierem não será igual à última vez. Adaptamos o espaço, o material, a própria estrutura do equipamento que utilizamos na montagem da loja, com móveis dinâmicos que nos permitem mudar todos os dias, basta imaginação. E isto é motivador para quem nos visita e para quem aqui trabalha. O franchising da Friking dá uma liberdade ao franchisado para poder gerir as áreas em função do mercado, da procura, da imaginação, daquilo que os clientes da zona pedem. Podemos criar um ponto de Game of Thrones, Senhor dos Anéis, uma zona mais infantil com a Frozen… existe essa liberdade, até para se dar um ar novo à loja.

 

Quantas franquias existem neste momento?

 

Neste momento somos nove lojas - Chaves, Vila Real, Póvoa do Varzim, Aveiro, Coimbra, Leiria, Moscavide e Portimão. Já estamos a crescer, com novos contactos e novas propostas, que estão agora a ser estudadas, mas o mais importante é irem ao encontro da minha principal preocupação: a localização. Não queremos abrir por abrir, queremos encontrar o ideal para o franchisado.

 

Agora que o primeiro passo já foi dado, quais são as perspetivas para o futuro?

 

Neste momento, estamos a fazer a reformulação da marca em Portugal. Tudo mudou e estamos a readaptar o negócio à realidade. A nível das marcas existentes, estamos a tentar passar a convicção de que a localização é essencial, e queremos ajudar quem precisa de procurar um novo espaço, mais vantajoso para todas as partes, porque queremos o sucesso dos nossos franchisados e queremos apoiá-los nesse passo. Outro objetivo é ocupar os grandes centros, Lisboa, Porto e Braga, as ilhas, Funchal e Ponta Delgada, e as capitais de distrito. Em locais mais pequenos, onde não existam lojas, também queremos apostar na figura do revendedor.